Seu preço é a decisão mais importante do seu negócio. E a única que você ainda toma no chute.
Para médicos, dentistas, advogados, consultores e outros profissionais liberais que lotam a agenda mas não veem a margem. O preço foi definido uma vez, por intuição, e nunca mais revisto. O Delvhos calcula o seu piso pelo custo real, o seu teto pelo valor percebido e mede o que acontece depois de cada reajuste.
O método Piso, Teto e Prova: três âncoras calculadas por serviço, com todas as fórmulas abertas.
Você é o melhor no que faz. Seu preço ainda não sabe disso.
Anos de formação, casos resolvidos, resultados entregues. Mas na hora de definir quanto isso vale, o método costuma ser um destes três:
Divide o salário desejado pelas horas do mês e esquece impostos, equipe e as horas que ninguém compra. O piso sai falso, e você trabalha para sustentá-lo.
Importa o preço de quem nunca abriu a própria margem. Se ele está errado, agora são dois cobrando errado.
“Justo” quase sempre significa “o que não gera objeção”. Você concede o desconto antes mesmo de o cliente pedir.
Os três caminhos terminam no mesmo lugar: o preço de menor objeção. Sem um piso e um teto calculados, o valor desliza para o ponto que não gera desconforto na conversa. Quase sempre abaixo do que o trabalho vale. Às vezes abaixo do custo.
E como ninguém mede o que acontece depois de cada mudança, o erro nunca se corrige.
No fim, sobra agenda cheia, margem invisível e a sensação de que trabalhar ainda mais é a única saída.
O método Piso, Teto e Prova.
A resposta ao preço de menor objeção: duas paredes calculadas e um ciclo de correção. O preço certo fica entre limites que dá para calcular, e vai sendo refinado pelo que o seu mercado responde.
Piso: o custo real
Custo-hora calculado com as horas que você realmente fatura, não com as horas do contrato. Dono e equipe, ajustados pela ocupação, mais custos variáveis e impostos.
Abaixo do piso, você paga para trabalhar.
Teto: o valor percebido
Urgência, prova, diferenciação e resultado esperado viram um multiplicador de 1,7× a 2,6× sobre o mínimo. É o quanto o seu mercado aceita pagar pelo valor que você entrega.
Calibrado por fatos contáveis: anos, casos, resultados. Nada de autoavaliação.
Prova: a evidência
Cada mudança de preço é medida em 30, 60 e 90 dias: volume, receita, conversão e novos clientes.
Depois do primeiro ciclo, quem calibra o seu preço é o seu mercado, e não o seu medo.
Seu preço aprende com os seus resultados.
A maioria das ferramentas para de ajudar quando você salva o preço. Para o Delvhos, é onde começa a Prova.
Mudou um preço? Registrado.
Passaram 30, 60, 90 dias? Medido.
Próximo reajuste? Decidido com a elasticidade real do seu público.
Volume, receita, conversão e novos clientes, comparados antes e depois de cada mudança. O reajuste deixa de ser aposta.
Subiu 10%, perdeu 4% do volume, e a receita líquida cresceu. Da próxima vez isso não será coragem, será cálculo.
Exemplo ilustrativo.
Um sistema inteiro cuidando do seu preço.
Piso e teto da sua hora, com cada passo do cálculo aberto.
Preço por valor percebido, serviço a serviço, com custo e margem à vista.
Combine serviços sabendo quanto desconto cabe.
Mix de receita, horas necessárias e margem ponderada contra a meta.
Horas disponíveis e agendadas, mês a mês, viram sua ocupação real.
Toda mudança de preço registrada e medida depois.
Teste o aumento antes de fazê-lo: receita, volume e ponto de equilíbrio.
Oportunidades de preço, alertas de custo e mix de receita.
Antes de começar
Seu preço é a decisão mais importante do seu negócio.
A partir de hoje, ela tem prova.
Grátis durante o beta · Sem cartão de crédito · Dados no Brasil, conforme a LGPD